Por Dentro da Notícia
Por Arlison Brito (Com colaboração de Vinícius Thompson)
OPORTUNIDADE
Jornalistas que cobriram conflitos no mundo árabe, em momentos diferentes, debatem, na próxima sexta-feira, 8 de abril, às 10h, o papel do jornalista, num encontro promovido pela Faculdade de Comunicação da UnB. "A reportagem em situações de guerra - o papel do enviado especial" é o título do debate, que acontece no auditório da FAC, e comemora o Dia do Jornalista, celebrado no dia 7 de abril.

Samy Adghirni, enviado especial da Folha de S. Paulo à Líbia, e Carlos Fino, ex-correspondente da RTP na Rússia e Iraque, e atual adido de imprensa da Embaixada de Portugal, estarão juntos neste evento que reúne ainda o presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), Celso Schröder, e a pesquisadora Liziane Guazina, representante do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política (Nemp-UnB), e será mediado pelo diretor da FAC, professor David Renault.

AUDIOVISUAL - Na quinta-feira, a FAC vai receber o cineasta René Sampaio e do produtor Marcello Maia. Os dois estão à frente da produção do filme Faroeste Cabloco, baseada na música da banda Legião Urbana. René Sampaio começou sua carreira como cineasta nos anos 90, enquanto ainda era estudante da UnB. Ao longo dos anos, adquiriu experiência tanto na produção audiovisual quanto na publicidade. René vai conversar com os alunos sobre sua trajetória profissional e o filme baseado no clássico do rock.

O evento é organizado pela empresa júnior dos alunos de Publicidade e Propaganda – a Doisnovemeia. “A ideia é trazer profissionais de comunicação para um papo descontraído com os estudantes”, explica a aluna de publicidade Luiza Tabet. O encontro vai ser realizado às 9h no auditório da FAC e será aberto para estudantes de qualquer curso. (UnB)
 
Atualizado em 07/04/2011 - 07:10:00
Dica
Do NF.

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Atualizado em 10/03/2011 - 20:25:00
Atualizado em 24/02/2011 - 11:59:00
estrutura móvel
Os repórteres, principalmente dos jornais diários, vivem sob a pressão de ter que voltar para a redação para finalizar a matéria. Em algumas situações enquanto os fatos ainda estão se desenvolvendo e, portanto, com riscos de se perder alguma informação ou imagem fundamental para complementar o relato. Tudo isto se deve a questão da pressão do deadline. Com o avanço do desenvolvimento de tecnologias móveis digitais sofisticadas em termos de processamento e de recursos disponíveis em dispositivos como iPhone,Nokia ou notebooks passamos a ter uma estrutura, complementada por tecnologia 3G, que permite ao repórter continuar em campo. É o jornalismo em mobilidade.

Considerando essa estrutura móvel de produção e ainda as redações integradas dentro de um ambiente de convergência, potencializasse a capacidade da apuração, edição e transmissão da notícia (texto ou multimídia) diretamente do local. Neste sentido, o que se tem é um deadline contínuo com o envio de parcias da produção porque o repórter em alguns grupos de comunicação trabalham não mais para um meio específico, mas para multiplataformas. Portanto, isto vai envolver um conhecimento de várias plataformas midiáticas e uma capacidade de produzir conteúdos distintos para distribuição por esses meios diversos.
Desenha-se, assim, um novo perfil de profissional, uma forma de organização das empresas mais convergentes e uma relação mais próxima com a audiência.

Mas como aglutinar ou compatibilizar os interesses múltiplos decorrentes dessa estrutura da empresa de comunicação, dos jornalistas e da audiência???????
Essa produção multiplataforma me parece claro que favore a construção de produtos jornalísticos mais consistentes com desdobramentos de uma história por vários meios (rádio, tv, jornal, internet, celular, tablets) e de forma complementar, de maneira que o público final possa estar, como nunca, informado com um conjunto mais completo de dados.

A questão está no como proceder para a transição para esse modelo que permita que os repórteres não fiquem apenas com acúmulo de múltiplas funções sem um exercício pleno de sua capacidade de pensar, de observar, de produzir com qualidade. O simples fato de disponibilizar de tecnologias móveis e conexões sem fio não significa produção da notícia com qualidade. Mas quando isto é acompanhado de planejamento e estratégias certamente teremos a potencialização da construção da notícia em campo ou até mesmo de transmissões ao vivo oferecido pelo repórter em mobilidade que possa beneficiar a audiência.

O cenário aberto para o jornalismo móvel parece inevitável dentro das empresas jornalísticas diante das multiplataformas e da reestruturação das redações. Algumas experiências já estão em andamento. Compreender esse desenvolvimento é um ponto importante para vislumbrar os modelos, os formatos de notícias e como as rotinas produtivas são afetadas.

Fonte: Jornalismo Móvel

Atualizado em 18/02/2011 - 09:25:00
Hernando Paniagua, editor-chefe do portal eltiempo.com, explica como é o funcionamento do principal portal de notícias da Colombia.

Atualizado em 17/01/2011 - 09:54:00



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